“Criação não é talento, é trabalho árduo”

criatividadeO que a extinção dos dinossauros e a evolução da espécie têm a ver com criatividade? É isso o que o palestrante escocês Charles Watson procurou demonstrar durante o Workshop  O Processo Criativo, realizado no SENAI Florianópolis, de 20 a 22 de novembro.

Segundo ele, a evolução é um processo caótico de informação com metas indefinidas. O mesmo acontece com o processo de criação, que precisa encontrar soluções para possibilidades futuras desconhecidas. Desta forma, um sistema robusto feito um dinossauro, ou seja, uma empresa ou profissional que não disponham de flexibilidade e de preparação para o novo estão mais vulneráveis e tendem a ficar para trás. Continuar lendo ““Criação não é talento, é trabalho árduo””

Viver é simples

viver é simples

A vida é mesmo simples.

Sentir é simples. Sentir o vento que bate em minha pele lá no alto do terraço, enquanto me permito.

Sentir o vinho em minhas veias, enquanto escuto tua voz em meus ouvidos. Ouvir a música que nos envolve. Ah, e o teu olhar!!

O simples é o que mais faz sentir. Tem gosto bom feito um café – ou dois – no domingo. O simples faz sentido. Nas coisas simples nos bastamos. Continuar lendo “Viver é simples”

Feedback para os relacionamentos fast-food

É estimulante e certamente útil que as – nem tão novas – tecnologias ajudem tantas pessoas a se aproximarem e iniciarem relacionamentos. O Tinder, por exemplo, é uma mão na roda para quem procura companhia. Conheço casos em que o aplicativo deu início a namoros sérios, mas, o mais comum é que as aproximações não passem do primeiro encontro real. (Até aí, nenhuma novidade também, pois conhecer alguém na balada deve apresentar estatísticas semelhantes.)

Fico me perguntando: já que as pessoas estão aí disponíveis como mercadorias em supermercardo, que tal se tivéssemos um SAC dentro do aplicativo?  Continuar lendo “Feedback para os relacionamentos fast-food”

Essa mensagem não é pra você

mensagem no celular
“Visto por último hoje às 18h33”. Era o que mostrava a tela do celular. E mais nenhuma mensagem. Eu que já travei diálogos imaginários por diversas vezes para tentar entender porque as pessoas tomam chá de sumiço de uma hora pra outra, já nem ligo mais.

É, não ligo. Aliás, você reparou que ninguém se liga mais? São trocentos milhões de celulares no mundo – aqui no Brasil, até mais celular do que número de habitantes – e as pessoas não se falam mais por telefone. Até estranham se recebem uma ligação que não seja telemarketing ou a secretária do dentista. Continuar lendo “Essa mensagem não é pra você”