Não entre

Quem deu permissão para invadir os meus sonhos?

Como acessaste esta passagem restrita

Que, à luz do dia, te mantém tão distante?

Não, não quero lembrar do teu rosto, da tua fala calma

Do teu gosto, da tua atenção.

Não, não visite mais meu inconsciente

Porque o que não se vê, não se sente

E quando te sonho, tu voltas pra mim.

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4 comentários em “Não entre

    1. Vindo de um poeta de mão cheia como tu, é uma grande honra, Damião! Obrigada. Apareça sempre que puder. Grande abraço.

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